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*+*Amar o próximo.. *+*

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Algumas pessoas selecionam quem vão amar, como se amor fosse uma questão de escolha. Amor é um sentimento puro que nasce à partir de tantos outros envolvidos, como admiração, gratidão, amizade, parceria, sintonia… Sentimentos esses que quando são verdadeiros, impossível não se encantar e se entregar.
Limitam-se a amar quem julgam ser como eles, ou que tenham os mesmos interesses. Perdem a oportunidade do encontro, da descoberta, da conquista, da verdade… sem rótulos.
Uma pessoa que não se abre para outras possibilidades, não se conhece de fato, vive aprisionada em suas próprias limitações.
Amar o próximo é deixar de lado as amarras, os julgamentos e o orgulho.
Quem não respeita o próximo em suas escolhas e jeito de ser, é egoísta e infeliz. Vive para si e nesse pequeno espaço não existe brecha pra mais ninguém. Julgam ser os melhores e saber de tudo.
Acredito que pessoas assim, na verdade, fogem de se descobrirem, de verem o quanto são pequenas e infelizes. Terminam sozinhas e aturadas por aqueles que se sentem na obrigação de atura-las, ou que estão até acostumadas a lidar com elas.
Damos aquilo que somos ou o que temos….
Eu ofereço o que sou e ainda o que posso ser com a transformação e evolução que a vida ou o próximo pode me proporcionar. Não, não sou influenciável, sou uma pessoa disposta a novas descobertas, tendo a certeza de que existe um novo mundo a se descobrir quando se conhece uma nova pessoa.
Meu mundo está aberto, para quem abre o seu.

*+* The Power Of Good-Bye *+*

“Seu coração não está aberto. Então devo ir…
O encanto foi quebrado. Eu te amei tanto…
A liberdade vem quando você aprende a deixar.
A criação vem quando você aprende a dizer Não.

Você foi minha lição, eu tive de aprender.
Eu fui sua fortaleza, você teve de queimar.
A dor é um aviso de que há algo errado.
Eu oro a Deus que não dure muito.

Você quer ir mais alto?

Não há nada mais pra lutar!
Não há mais lugar pra esconder!
Não há tão grandioso poder do que o poder do adeus!”

Adeus a quem fomos para que possamos ser o que seremos!
Adeus ao que tivemos para que possamos ter o que teremos!

*+* Um punhado de sal *+*

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“O velho Mestre pediu a um jovem triste que colocasse uma mão cheia de sal em um copo d’água e bebesse.

– Qual é o gosto? – perguntou o Mestre.

– Ruim. – disse o jovem sem pensar duas vezes.

O Mestre sorriu e pediu ao jovem que pegasse outra mão cheia de sal e levasse junto com ele ao lago. Os dois caminharam em silêncio, e quando chegaram lá o mestre mandou que o jovem jogasse o sal no lago. O jovem então fez como o mestre disse.

Logo após o velho disse:

– Beba um pouco dessa água.

O jovem assim o fez e enquanto a água escorria do queixo do jovem o Mestre perguntou:

– Qual é o gosto?

– Bom! – o jovem disse sem pestanejar.

– Você sente o gosto do sal? – perguntou o Mestre.

– Não. – disse o jovem.

O Mestre então sentou ao lado do jovem, pegou em suas mãos e disse:

– A dor na vida de uma pessoa não muda. Mas o sabor da dor depende de onde a colocamos. Quando você sentir dor, a única coisa que você deve fazer é aumentar o sentido de tudo o que está a sua volta. É dar mais valor ao que você tem em detrimento ao que ao que você perdeu. Em outras palavras: É deixar de ser copo, para tornar-se um Lago.”